quinta-feira, dezembro 06, 2007

Praxe no seu melhor

Pois é. Cá estamos de novo.

Ilustres habitantes da nossa comunidade IPCA não param de surpreender a academia com novos e estranhos usos e costumes.

Em viajem ao passado foi possível confirmar testemunhos de verdadeiros atentados ao código de praxe.

Perante a passividade e hesitação dos veteranos, este ano fomos vítimas de uma verdadeira comixão de talibans pseudo-praxistas afegãos que fizeram a praxe de dia e outros iguais de noite.

Eram técnicos de capa traçada, de colher de pau em punho a dar ordens às manadas.

Doutores de vocabulário praxista limitado que se pavoneavam de capa traçada sem saber o que dizer aos caloiros além de “Caloiro de 4”, “Enche 10…” ou “vamos agora cantar….”

Afinal “o que eram eles pela praxe”? Pergunta de difícil resposta com taxa de reprovação na ordem dos 99%.

Doutores e doutoras ávidos de carne fresca para “praxar”! Pois, a praxe apenas serviu como meio de contacto para a “estocada final”.

Outros tantos que mediam o seu grau de popularidade pela quantidade de caloiros à sua volta… Será isto praxe?

Sinais dos tempos diriam alguns! No próximo ano, iremos assistir a uma inversão de actores e vamos ver quem praxa quem… caloiros… doutores... quem sabe?!

Se o antigo veterano fosse vivo... ai unhas, ai unhas...

2 comentários:

Anónimo disse...

Nesse campo nem é melhor falar... é um assunto muito deprimente...

Anónimo disse...

deprimente? muito deprimente!
se a presidenta da comissão de praxe que devia saber tudo sobre a praxe nao sabia que não podia andar sem capa, eu acredito em tudo, até num porco a praxar (sem bicicleta)