Ilustres habitantes da nossa comunidade IPCA não param de surpreender a academia com novos e estranhos usos e costumes.
Em viajem ao passado foi possível confirmar testemunhos de verdadeiros atentados ao código de praxe.
Perante a passividade e hesitação dos veteranos, este ano fomos vítimas de uma verdadeira comixão de talibans pseudo-praxistas afegãos que fizeram a praxe de dia e outros iguais de noite.
Eram técnicos de capa traçada, de colher de pau em punho a dar ordens às manadas.
Doutores de vocabulário praxista limitado que se pavoneavam de capa traçada sem saber o que dizer aos caloiros além de “Caloiro de
Afinal “o que eram eles pela praxe”? Pergunta de difícil resposta com taxa de reprovação na ordem dos 99%.
Doutores e doutoras ávidos de carne fresca para “praxar”! Pois, a praxe apenas serviu como meio de contacto para a “estocada final”.
Outros tantos que mediam o seu grau de popularidade pela quantidade de caloiros à sua volta… Será isto praxe?
Sinais dos tempos diriam alguns! No próximo ano, iremos assistir a uma inversão de actores e vamos ver quem praxa quem… caloiros… doutores... quem sabe?!
Se o antigo veterano fosse vivo... ai unhas, ai unhas...


2 comentários:
Nesse campo nem é melhor falar... é um assunto muito deprimente...
deprimente? muito deprimente!
se a presidenta da comissão de praxe que devia saber tudo sobre a praxe nao sabia que não podia andar sem capa, eu acredito em tudo, até num porco a praxar (sem bicicleta)
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